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Ciência e Tecnologia

Startup SC divulga as 50 selecionadas para o Programa de Capacitação; empresas do Orion são escolhidas

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Após recorde de inscritos, além de acesso à ferramentas para acelerar o crescimento do negócio, parte das empresas receberão investimento de R$1,25 milhão, por meio de parceria com a Fapesc Estão definidas as 50 empresas que farão parte da 11º turma do Programa de Capacitação Startup SC em 2021. As startups terão direito a mentorias sobre diversos temas, como pitch, marketing digital, gestão financeira e de pessoas, todas ministradas por especialistas do mercado. Empreendedores de todas as regiões do Estado passarão pelas capacitações, nas cidades de Florianópolis, Joinville, Chapecó e Blumenau, a partir de 23 de abril e até 27 de novembro de 2021. O Programa chega na 11º edição com um recorde de inscrições: 441 startups de 50 cidades catarinenses. Devido à procura expressiva e o alto grau de maturidade das startups interessadas no Programa, o Sebrae em parceria com a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) lançarão um programa inédito para 200 empresas, com potencial escalável e inovador, que se candidataram mas não estão entre as 50 primeiras colocadas. Mais informações sobre a iniciativa serão anunciadas em breve, nos canais das entidades. Luc Pinheiro, diretor técnico do Sebrae, ressalta que “nosso Estado é, naturalmente, inovador e empreendedor, e ultrapassar mais de dez edições de uma iniciativa que contribui para fomentar esse cenário nos dá a certeza de que estamos cumprindo com a nossa missão, que é proporcionar os meios de desenvolvimento o desenvolvimento econômico de micro e pequenas empresas e incentivar a criação de novos negócios.” Das startups selecionadas, 10 possuem cofundadoras mulheres e, de acordo com Pinheiro, é um número inédito na história do programa. “Ainda temos muito espaço para crescer e muitas empresas para ajudar”. Modelos de negócio e aceleração Os modelos de receita e segmentos dos inscritos na 11ª turma são: empresas de software como serviço (45%); B2B, ou seja, startups que oferecem soluções para outras empresas (44%); negócios B2C, que oferecem produtos diretamente para o consumidor final (12%); e modelos mistos que vendem tanto para empresas quanto para consumidor final (29%). As cidades com os maiores números de inscritos são:  Florianópolis (38%), Blumenau (9%), Joinville (8%), Chapecó (7%), Criciúma (3%), Balneário Camboriú (3%), Itajaí (3%), Palhoça (3%), Rio do Sul (2%) e São José (2%). Dos projetos submetidos, 56% possuem clientes pagantes. Esta edição conta com um edital no valor total de R$ 1,25 milhão, em parceria com a FAPESC, para acelerar as 25 empresas com melhor desempenho, entre as participantes do projeto. “O Startup SC é um programa maduro e com essa articulação, a Fapesc objetiva fomentar novos negócios e gerar inovação dentro do ecossistema estadual, incentivando novos participantes e criando condições de crescimento para os projetos maduros. Queremos atrair talentos e gerar riqueza, desenvolvimento e oportunidades”, salienta o  presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. O Programa de Capacitação do Startup SC teve início em 2013 e, desde então, já impactou 270 empresas, de 28 municípios de Santa Catarina.  Os mantenedores do Projeto Startup SC são: AMBEV, FEPESC, Bossanova, a55, Nuvini, 49 Educação, Invisto, Central Ailos, Associação Empresarial de Florianópolis (ACIF), Silvana Santana & Teston Advogados,  DOT e a  Questum. Contam ainda com o apoio da ACATE, Abstartups, Beta-I,  Ágora Tech Park, Chapecó@, Blusoft e do Centro de Inovação de Blumenau. Confira a lista de empresas selecionadas: Turma de Blumenau Ambisis (Blumenau) Berkan Sistemas (Blumenau) CloudPark (Blumenau) Débito Direto (Blumenau) FASTBUILT(Blumenau) Fidegg (Rio do Sul) Magafilio (Rio do Sul) SENTYNELA(Rio do Sul) Sta.Dica (Blumenau) Varejocloud (Blumenau) Turma de Chapecó AUTOMAX (Chapecó) Clínica nas Nuvens (Xanxerê) CLUBES ASSOCIADOS SOFTWARE (Xanxerê) Dr. Snoopy (Pinhalzinho) iopoint (São Miguel do Oeste) Loy Legal (Chapecó) Memoriam(Chapecó) Nextransport (Chapecó) Prix Tech (Luzerna) Razonet (Joaçaba) Turma de Joinville ClienteSmile (Lages) Dscomm (São Bento do Sul) Eleve CRM (Joinville) Erah (São Bento do Sul) iTFLEX Tecnologia (Joinville) Multipedidos (Joinville) Multiplicame (Joinville) Serena (Joinville) StackX (Joinville) Wishbox Technologies (Balneário Camboriú) Turma de Florianópolis API PASS (Florianópolis) Auten Energy (Florianópolis) Biocelltis (Florianópolis) CargoBank (Balneário Camboriú) Creditares (Florianópolis) Dautin Blockchain Co. (Itajaí) Eveclass (Florianópolis) FazendaCheia (Florianópolis) Guia da Alma (Florianópolis) Inside the Box (Florianópolis) Keeps Learning (Florianópolis) Miner Tecnologia (Criciúma) Openbox.ai (Florianópolis) PlayBPO (Florianópolis) PREDIALIZE (Florianópolis) QUIRON (Lages) Refera(Florianópolis) TASKDO (Braço do Norte) Vendee (Florianópolis) Wellbe (Florianópolis) Empresa incubada e uma virtual foram selecionadas Entre as 50 selecionadas, duas são empresas vinculadas ao Orion Parque. A Quiron, que recentemente recebeu aporte de R$ 750 mil , é empresa incubada e especializada no monitoramento remoto de ameaças florestais, utilizando tecnologias para predição de incêndios e sanidade florestal. Outra é contemplada foi a ClienteSmile, startup que mede a afinidade do cliente e a aceitação dele a produtos desenvolvidos pelas empresas.  A ClienteSmile, empresa virtual, também conseguiu um excelente resultado, ao ser selecionada para a primeira turma da Incubadora Softville Ágora, em Joinville. A expectativa, agora, é fomentar ainda mais o networking, gerando conexões que tragam ainda mais visibilidade para as empresas. Para os empreendedores, o suporte e o apoio do Orion foram fundamentais nisso.  Gil Pletsch, CEO da Quiron, comenta que a programação das mentorias e capacitações faz todo o sentido para o momento em que a startup está, atualmente.  “O suporte que temos do Orion, onde estamos inseridos, auxiliou muito porque vimos que estamos num mercado gigantesco. Temos alguns concorrentes, mas eles acabam sendo muito mais indiretos do que diretos. Estamos tendo visibilidade e falando com todo mundo. E isso é muito interessante e faz ficarmos conhecidos. Já participamos de alguns programas, como o InovaAtiva, maior programa de Aceleração de Startups do país (onde conseguimos o primeiro lugar na Banca de Agronegócio na aceleração 2020.02), além do Salto Growth New Norm, promovido por fundadores das principais startups da Estônia, em maio de 2020. Por alguns anos, viemos nos cadastrando para o Startup SC, mas estamos com uma expectativa bem grande em cima disso”, afirmou.   De acordo com o empreendedor, uma das principais vantagens é o programa, com duração de sete meses, é não ser tão imersivo quanto os outros, fazendo com que os conteúdos possam ser “digeridos” com mais tranquilidade. “Já tivemos o feedback de quem já participou e o formato dele permite que consigamos assimilar um pouco melhor tudo o que é repassado. Ele tem um tempo melhor para ser executado, e os feedbacks são sempre positivos em torno do networking, que acaba sendo criado”, lembra.  “Outras pessoas que passaram pela experiência dizem que cresceram muito, e voltaram agora

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Conheça a Pixurum, comunidade de startups de Lages

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Você sabe o que é uma comunidade de startups? Lages está criando uma, chamada Pixurum, que pretende ser mais um ator no desenvolvimento do pensamento inovador da região. O nome foi escolhido durante reuniões abertas à comunidade para a construção da comunidade de inovação de Lages. Ela está sendo desenvolvida através do Tento de Inovação do movimento Lages Estreitando Laços ;  os participantes da  Pixurum começaram a estruturar a comunidade de startups a partir do movimento.  Em conversas que foram iniciadas ainda em setembro de 2019, um grupo de lageanos busca aproximar tanto pessoas interessadas em criar startups com quem saber mais sobre o assunto. A proposta é desenvolver em Lages uma comunidade de startups, ambiente colaborativo e de troca de experiências que tem por finalidade enriquecer o crescimento desse tipo de empresa.  Segundo a Associação Brasileira de Startups, entidade nacional que ajuda ecossistemas de inovação a crescer em todo Brasil, o termo startup define “uma empresa que nasce a partir de um modelo de negócio ágil e enxuto, capaz de gerar valor para seu cliente resolvendo um problema real, do mundo real, oferecendo uma solução escalável para o mercado, e, para isso, usa a tecnologia como ferramenta central”. Neste aspecto, ser escalável é ser capaz de crescer rápido, com um modelo de gestão que possa ser reproduzido rapidamente.  Assim, por nascer em um ambiente de incerteza e que tenha necessidade de validação constante e de forma rápida, a startup precisa de uma série de recursos para se desenvolver. Pois é aí, que entra o papel das comunidades de startups. Entusiasta do segmento de startups, Vitor Küster Bona é uma das pessoas por trás do movimento em Lages. Ele é CEO (diretor-executivo) da ilergic, startup fundada em 2018 que conecta pessoas que tenham problemas alimentares, como alergias, intolerância e outras restrições de consumo. Para ele, o movimento tem um diferencial que outros atores não conseguem suprir.  “No momento estamos olhando para as startups existentes e compreendendo os fatores que estão impedindo que elas se desenvolvam. Como primeira ação, estamos buscando fazer um mapeamento das startups locais e quais são suas demandas, ou seja, quais são os desafios que estão enfrentando para alcançar o próximo estágio de desenvolvimento. Mesmo que métricas como número de unicórnios – startups avaliadas em mais de um bilhão de dólares -, quantidade de novas startups e quantidade de eventos pareçam ser mais importantes, a principal métrica de uma comunidade de startups é a comunicação entre as pessoas envolvidas com o ecossistema, a comunidade e outros atores. Quanto melhor a qualidade da comunicação da comunidade entre si e com os outros atores do ecossistema, mais desenvolvida ela será”, comenta ele.  A comunidade Pixurum, que tem um grupo aberto no WhatsApp, tem a ambição de construir pontes e fomentar a rede de contatos, tanto pessoal como profissional de novos entusiastas, discutindo como as dificuldades enfrentadas pelos empreendedores podem ser superadas.  As reuniões são feitas em formato on-line, quinzenalmente.  “A comunidade é aberta e construída através de trabalho voluntário, qualquer pessoa pode participar a qualquer momento. Conforme adquirimos maturidade como comunidade, ela mesma conseguirá se auto-organizar e guiar qualquer pessoa que queira participar. Desde quem é apenas um curioso sobre o tema de startups, quanto quem quer começar sua própria startup e não sabe como, quanto pessoas empreendedoras em estágios mais avançados buscando evoluir para a próxima etapa”, ressalta Bona, lembrando que os efeitos positivos disso ressaltam aspectos como geração de empregos, melhora na economia local e desenvolvimento científico, tecnológico e empresarial.  Mapeamento de startups Uma das primeiras ações do grupo Pixurum será o mapeamento de startups da região, o que permite identificar não apenas os desafios que elas estão enfrentando, mas também os próximos estágios de desenvolvimento. Esse objetivo, segundo Vítor, acaba sendo alinhado com aquilo que um Parque Tecnológico pode oferecer de melhorias para o desenvolvimento de novas startups e dos integrantes do ecossistema.  “É um desafio comparar a importância da comunidade, com um parque tecnológico. Cada um tem sua função, que convergem em alguns pontos e divergem em outros. A única função de uma comunidade de startups é fazer com que as startups locais tenham sucesso. De forma paralela, um parque tecnológico tem diversas outras funções, não focando exclusivamente no sucesso das startups. São atores que se complementam, participantes distintos do ecossistema de startups e do ecossistema de inovação”, afirma.  Saiba mais sobre a Pixurum:  Instagram: https://www.instagram.com/pixurum/  Grupo do Whatsapp: https://plid.in/pixurumwhats  Drive de conteúdos: http://plid.in/PixurumDrive[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Regional Serrana debate o ecossistema de CTI na VI CECTI

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Atores do ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) da serra catarinense estiveram reunidos, on-line, na manhã desta quinta-feira, dia 8, na etapa Regional Serrana da VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CECTI). Os principais desafios elencados serão apresentados em maio, na etapa dos encontros para devolutivas; a equipe do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, do Orion Parque, é o host do evento. “Queremos ter essa percepção do ecossistema para podermos desenvolver de forma mais assertiva o Estado de Santa Catarina”, destaca o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Fábio Zabot Holthausen. “Faço aqui um agradecimento especial à Rede Catarinense de Centros de Inovação e a todos que estão dedicando seus tempos para participar dos Grupos de Trabalho e contribuir para a construção de um Estado mais inovador”, acrescenta o presidente. O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapesc, Amauri Bogo, reforçou o agradecimento a todos que estão contribuindo para a realização do importante documento que será gerado através da VI CECTI. “São pessoas que voluntariamente vão contribuir com a sua intelectualidade, com o seu conhecimento técnico, para gerar o mapa estratégico do ecossistema de CTI em Santa Catarina”, reforçou Bogo. As etapas regionais serão organizadas de forma on-line em dois momentos: um em abril, quando coletadas as percepções dos atores do ecossistema de CTI de Santa Catarina; já em maio serão apresentados os resultados da etapa anterior. Os GTs da Regional Serrana voltam a se reunir em 13 de maio de 2021 para a reunião de devolutivas. Saiba mais sobre a conferência A VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação é organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) com apoio do Programa Tecnova e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Rede Catarinense de Centros de Inovação. A metodologia aplicada é do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGEGC/UFSC). A abertura foi realizada em 25 de fevereiro e o encerramento será em 10 de junho. Entre esses encontros, ocorrem as etapas regionais, que são realizadas na Grande Florianópolis, Serra, Sul, Oeste e Meio Oeste, Norte e Planalto Norte e Vale e Alto Vale do Itajaí. Confira os vídeos com a abertura e o encerramento da primeira ação da etapa regional:   Com informações FAPESC[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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ACATE comemora 35 anos impulsionando o ecossistema de inovação de Santa Catarina; confira vídeo do Orion alusivo à data

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Campanha totalmente digital foi criada especialmente para esta data e reforça durante todo o mês de abril os valores e o propósito da instituição junto às empresas associadas e aos agentes transformadores do setor A ACATE completa nesta quinta-feira, 1º de abril, 35 anos de fundação. Para celebrar mais de três décadas de fomento do ecossistema catarinense e importantes conquistas, foi lançada a Campanha ACATE 35 anos. Totalmente digital, em virtude do contexto atual, a campanha conta com diversas ações durante todo o mês de abril. O objetivo é agradecer e também comemorar com todo o ecossistema e, principalmente, junto aos protagonistas desta história: os empreendedores e empreendedoras das empresas associadas, que já somam mais de 1.400 nos 10 polos regionais ACATE espalhados pelo estado. O conceito da campanha relaciona os valores da Associação com a experiência e as entregas feitas até agora para o desenvolvimento  do setor e a evolução das empresas. Protagonismo, pertencimento, colaboração, confiança e excelência fazem parte do DNA da instituição e fortalecem o trabalho diário realizado a partir de um único propósito: impulsionar o ecossistema de inovação transformando pessoas e negócios. Para o presidente da ACATE, Iomani Engelmann, a campanha reforça o importante trabalho de fortalecimento e geração de oportunidades para as empresas associadas, bem como para todo o ecossistema. “A ACATE existe há 35 anos porque estes protagonistas existem. São eles que constroem a Associação e todo o ecossistema de inovação todos os dias. Além disso, temos um time executivo ávido por identificar necessidades e, junto de nossos parceiros, desenvolver estratégias e entregar resultados que transformem o contexto de cada um que está conosco nessa trajetória de sucesso”, reforça. ACATE 35 anos: ações de aniversário As peças que compõem a campanha traduzem as ações que marcam todos esses anos de trabalho realizado: impulsionar o empreendedorismo inovador em tecnologia, contribuir com ideias inovadoras e prestar apoio para o desenvolvimento, criar conexões de mercado e desenvolver oportunidades de negócios. Para isso, ao longo de todo este mês, serão trabalhadas no site e nas redes sociais publicações comemorativas com conteúdos históricos, cases e depoimentos de empreendedores. Também, para que todos possam participar da festa de aniversário, um convite virtual será encaminhado por e-mail. A sugestão é que os convidados gravem um vídeo que apresente os desejos para a Associação neste novo ciclo que começa a partir de 1º de abril. Criada especialmente para esta data, uma Landing Page vai possibilitar o envio de mensagens que contêm passagens interessantes da história de cada agente transformador do ecossistema junto à ACATE. Para apresentar a evolução da Associação e a convergência com a transformação do setor em Santa Catarina, uma linha do tempo trará os principais marcos históricos destes 35 anos, além de depoimentos importantes de pessoas fundamentais nestes pontos de virada. Além disso, um novo vídeo institucional será lançado em breve, ainda neste mês de comemorações. E como não pode faltar em todo bom aniversário, os presentes recebidos serão entregues às empresas associadas em forma de descontos em benefícios oferecidos pela instituição. Confira: Orion Parque: Polo Acate na Serra Catarinense Desde a fundação do Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira, no Orion Parque, em 2016, a Acate sempre esteve envolvida nas ações promovidas pelo ecossistema serrano de inovação. Como  polo regional na Serra Catarinense, a macro região tem 2,7% do total de empresas e 3,1% do faturamento do setor de tecnologia no estado. Segundo dados do Observatório ACATE, isso representa 333 empresas, que geram mais de 3 mil empregos e um faturamento anual estimado em R$ 500 milhões. Sede do primeiro Centro de Inovação inaugurado pelo governo do estado, Lages concentra diversas empresas de tecnologia na Serra catarinense e o trabalho de entidades como o Instituto Orion. Veja o depoimento de Roberto Amaral, Presidente de inovação do Instituto e de Valmir Tortelli, nosso atual presidente do Instituto Orion, sobre os 35 anos da ACATE:  Com informações ACATE [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Incubadora Softville Ágora anuncia as 15 startups selecionadas para a primeira turma em Joinville; empresa virtual do Orion é uma das escolhidas

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Startups do Norte, Planalto e Capital farão parte da primeira turma da incubadora com sede no Ágora Tech Park e que une expertise da Softville, metodologia ACATE MIDITEC e apoio do Sebrae/SC No último domingo (28) foram anunciadas as 15 startups selecionadas para a primeira turma da incubadora Softville Ágora, unidade da Softville que conta com metodologia da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e apoio do Sebrae/SC. Das 15 startups, sete serão incubadas no modelo híbrido (presencial/virtual) e oito participarão do programa na modalidade virtual. Conheça as selecionadas: 121 SMART SHOP (Joinville) Mini mercado inteligente com experiência de compra 100% autônoma, conectando o produtor diretamente ao consumidor final CLIENTE SMILE (Lages) Startup de pesquisa de clientes HAUSEFUL (Florianópolis) Marketplace que seleciona, treina e conecta profissionais com empresas do mercado imobiliário e da construção para realizar serviços sob demanda HOJE EU CASO (Joinville) Aplicativo (marketplace) de busca e contratação de evento de casamento HOLLOX (Joinville) Visualização de projetos e produtos do modelo 3D em Realidade Aumentada e Realidade Mista, organização e gestão de todos os arquivos 3D HYD (Joinville) Empresa voltada a soluções e tecnologia, que utiliza engenharia para redução de perdas na distribuição de água através de sensoriamento e tratamento de dados INBOARDING (Joinville) RHTech que automatiza a jornada de todos os colaboradores com uma perspectiva inclusiva iniciando pelo Onboarding e método Think-Pair-Share INVESTCODE (Joinville) Plataforma web de viabilidade financeira voltada ao desempenho econômico de incorporadores KONZTEC (Joinville) Solução de tecnologia para Indústria 4.0, Internet das Coisas (IoT) e Internet Industrial das Coisas (IIoT) LEARNI (Joinville) Plataforma de treinamento digital para equipes de enfermagem em hospitais MEU REPLAY (Joinville) Plataforma online com hardware próprio, que fornece sistema automático de replays (captura, edição e disponibilização de lances esportivos) para atletas e centros esportivos MULTIPLICAME (Joinville) Rede social privada para comunicação e engajamento de usuários, voltado a associações, coworkings e outras corporações ORGANA BIOTECH (Joinville) Solução para resolver problema de destinação final do lixo, retirando do aterro sanitário a parcela orgânica que gera problemas ambientais RHELLO (Joinville) Tecnologia para otimização de processos e redução de custos do RH, com cálculo automático da folha de pagamento e da integração com fornecedores SERENA (Joinville) Clube de assinatura de saúde que desenvolve jornada personalizada para prevenção e tratamento de doenças, baseada na medicina do estilo de vida “Desenvolver uma startup dentro de um parque tecnológico, ancorada em uma metodologia vencedora e com a expertise de entidades fortes é um diferencial e uma grande oportunidade para os empreendedores. Este modelo, associativo e com foco em resultados, fortalece Santa Catarina no ambiente de inovação”, opina Jean Vogel, diretor executivo do Ágora Tech Park. A qualidade e o nível de maturidade das startups impressionaram os responsáveis pela seleção dos projetos. “Tivemos um grande volume de inscritos e um alto nível de soluções e times. Isso reflete a evolução do ecossistema de inovação de Joinville e o interesse de empreendedores em estarem neste ambiente e participarem de um projeto com players tão importantes para o seu desenvolvimento, como Ágora, Acate e Sebrae”, comenta Fabiano Dell’Agnolo, presidente da Softville. Do total de 47 startups inscritas no processo seletivo, 74% foram das regiões de Joinville e Florianópolis, e 36% de outras regiões. Em termos de maturidade dos negócios, a maioria (78,7%) está nas etapas de Validação e Geração de Demanda, enquanto 21% estão mais avançadas, na etapa de Tração e Escala. Para Iomani Engelmann, presidente da ACATE, “impulsionar o ecossistema como um todo é um dos nossos objetivos como entidade estadual. E este é um exemplo de como podemos, por meio dos Polos Regionais, ampliar este impacto”. Ele lembra que a metodologia de desenvolvimento do MIDITEC evoluiu muito desde quando a incubadora começou, há 22 anos. “A incubadora é um ativo do ecossistema catarinense e precisa ser disseminada para acelerar ainda mais a criação de empresas vencedoras. Levar essa experiência e impacto para outras regiões do estado era um desejo antigo da ACATE e do Sebrae e, por meio da união do ecossistema, conseguimos atingir esse grande marco”, destaca. “Joinville é uma cidade naturalmente empreendedora e vem se destacando também pelo seu ecossistema de inovação, que é consolidado e tende a se fortalecer ainda mais nos próximos anos”, comenta o presidente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos da Fonseca. “O município concentra importantes iniciativas como a incubadora Softville Ágora, que incentiva o empreendedorismo e alia importantes atores. Acreditamos e apostamos no potencial inovador da cidade”, finaliza. Empresa virtual do Orion foi uma das selecionadas Medir a afinidade do cliente e a aceitação dele aos produtos desenvolvidos pelas empresas é o foco da Cliente Smile, startup que participa da vinculação não-residente ao Orion Parque, na modalidade de empresa virtual.  A Cliente Smile foi uma das empresas selecionadas que fará incubação na Softville Ágora, na modalidade virtual. Baseando-se no método NPS (Net Promoter Score), a empresa indica os clientes que participarão da pesquisa de satisfação a partir de listagens de consumidores atendidos pelas empresas contratantes da Cliente Smile. A partir desse contato, os utilizadores devem responder duas perguntas: De 0 a 10, qual a chance de você indicar a \”empresa x\” para um amigo?; e, na sequência, mais uma pergunta: Por que desta nota? Os feedbacks dos pesquisados apontam tanto aspectos positivos quanto negativos e possibilita que a empresa direcione seus investimentos para ações que atendam os desejos e necessidades reais dos seus clientes. Inicialmente, a pesquisa é enviada por e-mail. Quando não há retorno por este caminho, os clientes recebem um SMS com a pesquisa. Por fim, é acionado o call center para entrar em contato com quem ainda não deu resposta, até se atingir o percentual de 30% da lista ou a meta contratada para validar a pesquisa, que por fim classifica e gera resultados em gráficos com indicadores de performance. Para Ricardo Rizer, diretor-comercial  da Cliente Smile, a expectativa da fase GrowthLab, na etapa de tração de vendas e escala da startup na incubadora, é trazer ainda mais clientes e focar na oportunidade de crescer na região de Joinville, fomentando o networking que a aceleração pode resultar. \”Toda a incubação ocorrerá entre 12 e

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Abertas as inscrições na Região Serrana para a etapa regional da Conferência Estadual de CTI

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Os interessados em participar da VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação já podem se inscrever. O foco agora é a etapa regional da Serra Catarinense, que será realizada em 8 de abril. Para participar, basta preencher o formulário disponível em www.conferenciacti.sc.gov.br. As etapas regionais serão organizadas de forma on-line em dois momentos: um em abril, quando coletadas as percepções dos atores do ecossistema de CTI de Santa Catarina; já em maio serão apresentados os resultados da etapa anterior. Também serão comparadas as informações entre todas regiões e da última conferência, realizada em 2015. A primeira etapa são os encontros regionais para análise de percepção, que ocorrerão em abril. Em cada encontro, vão ser formados seis grupos de trabalhos (GTs), responsáveis por analisar as informações sob oito dimensões: instituições, infraestrutura, mercado, desenvolvimento regional, educação, ciência, tecnologia e inovação. Esses grupos serão formados por 10 pessoas da academia, do governo, do setor empresarial e da sociedade civil organizada. Os interessados em participar devem se inscrever para a conferência e assinalar sim à pergunta “Você gostaria de participar do Grupo de Trabalho?”. Os Centros de Inovação, que são os hosts regionais, serão responsáveis por definir os grupos. As discussões dos GTs não serão transmitidas pela internet. Mas os interessados poderão assistir à abertura regional, uma mesa de discussão dos resultados e o encerramento. Saiba mais sobre a conferência A VI Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação é organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). “A conferência tem o objetivo de organizar um mapa estratégico para o plano estadual de CTI, de forma regionalizada e contemplando as várias dimensões e eixos estratégicos”, explica o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen. Para isso, diz Holthausen, é essencial a participação dos atores envolvidos no ecossistema catarinense. “Convidamos pesquisadores, empreendedores, inovadores, gestores e representantes do poder público para participar das etapas regionais da conferência e contribuir para o fortalecimento da pesquisa e inovação em Santa Catarina. Com a efetiva participação poderemos construir um modelo mais forte e colaborativo com ações estratégicas que impactarão no desenvolvimento de Santa Catarina para os próximos anos.” A abertura foi realizada em 25 de fevereiro e o encerramento será em 10 de junho. Entre esses encontros, ocorrerão as etapas regionais, que serão realizadas na Grande Florianópolis, Serra, Sul, Oeste e Meio Oeste, Norte e Planalto Norte e Vale e Alto Vale do Itajaí. Com informações FAPESC.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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